O ENEGRECER DE IEMANJÁ
"O Enegrecer de Iemanjá e a Subtração do Sagrado Afro" 2025 – Roteiro e Direção Uê Puauet
Uma Imagem amplamente reconhecida nem sempre é uma imagem preservada. O filme acompanha aquilo que permanece visível e aquilo que deixou de operar quando passou a representar. Prêmio de Melhor Filme no Festival Kinoarte 2025 de Londrina e Melhor Documentário Nacional no 2º Festival Pensar Filmes (Bahia), Prêmio de Honra ao Mérito no Fala São Chico e Prêmio Colorindo o Sagrado no Festival Cinemato (Cuiabá) além de ter sido selecionado por diversos festivais do país.
MATRIARCAS DE NEGRA TEZ
"Matriarcas de Negra Tez" 2026 - Roteiro e Direção Uê Puauet
Há séculos, mulheres negras sustentam o sagrado no Brasil. Guardam saberes que atravessaram oceanos, cuidam de comunidades inteiras, e mantêm viva uma memória que nunca deixou de existir. É um filme sobre o que o Brasil ainda não aprendeu a enxergar. Entre memória, ritual e resistência, o filme percorre a ancestralidade africana até os terreiros contemporâneos, mostrando que são elas — ialorixás e mametus — as verdadeiras guardiãs de um sistema de conhecimento, cuidado e vida. Mais do que um documentário o filme é um testemunho sobre poder, memória e continuidade.
Estreia em Agosto
Projetos em desenvolvimento
Quando Elas Falam
Sinopse curta
Cinco jovens estudantes encontram na Biblioteca Santa Ifigênia um espaço onde a memória das mulheres negras desafia o esquecimento. Guiados por D. Eniyemi e descobrem que cada história recuperada transforma também seus próprios destinos. Entre conflitos contemporâneos, ancestralidade e imaginação, Quando Elas Falam revela que preservar a memória é uma forma de disputar o futuro. Produzida pela Iemojá Filmes, a série celebra o protagonismo feminino negro e o poder da palavra como resistência, pertencimento e permanência.
Axé Interrompido
Sinopse curta
Azekel, um adolescente negro criado em um terreiro de Candomblé Angola, vê sua identidade entrar em conflito ao aproximar-se de uma igreja neopentecostal enquanto investiga, com sua turma, a história esquecida de seu bairro. Quando o terreiro de sua família é destruído por um ataque de intolerância religiosa, ele é obrigado a confrontar o esquecimento de suas próprias raízes e descobrir que reconstruir a memória de uma comunidade também significa reconstruir a si mesmo.
O menino e o rei que ninguém conhecia
Sem o espelho de mim
Sem o Espelho de Mim acompanha Kátia Marino Rossi, uma mulher negra de 46 anos que, após o fim de um casamento de mais de duas décadas, é obrigada a confrontar as memórias, os silêncios e os medos herdados das mulheres de sua família. Ao revisitar sua própria história, ela descobre como o racismo atravessou gerações, moldando afetos, identidades e escolhas. Um drama psicológico e social sobre memória, pertencimento e a reconstrução da própria existência.